Comitê de Crise do Sinduscon-RS mantém diálogo com o poder público

Dirigentes do Sinduscon-RS, liderados pelo presidente Aquiles dal Molin, representaram a construção civil em conferência por vídeo realizada como o prefeito Nelson Marchezan Júnior na manhã do dia 30 de março, juntamente com representantes de outras 16 entidades da indústria, comércio e de empresas de serviços de Porto Alegre. O objetivo da conferência foi estabelecer um canal de diálogo com esses setores, bem como alinhar expectativas e discutir medidas que possam atenuar os impactos econômicos das restrições impostas pelo combate à propagação da Covid-19 (novo coronavírus) na cidade.
(Foto: Anselmo Cunha/ PMPA)

Na ocasião,as entidades expressaram preocupação com o atual momento e trouxeram propostas para fortalecer o diálogo com o poder público municipal. Marchezan anunciou a criação de uma secretaria extraordinária para coordenar as ações de combate ao coronavírus, e de dois grupos especiais de trabalho: um para atacar os impactos sociais e outro para dirimir os impactos econômicos das restrições impostas pela prefeitura. Manifestou a intenção de integrar o comitê formados pelas Entidades com esses grupos especiais.

Porém, o prefeito argumentou que ainda é cedo para qualquer iniciativa que leve à reabertura de empresas e estabelecimentos comerciais. E reafirmou que vai manter a política de isolamento total. Ele também destacou que não há um prazo definido para que as atividades econômicas possam ser normalizadas. “Talvez, em breve, tenhamos outro cenário. Mas hoje, o que a gente consegue perceber nas posições de cientistas, estatísticos e profissionais da saúde que essa é uma crise mundial e não passaremos ilesos”, concluiu

Comitê de Crise Sinduscon-RS

Após a reunião com o prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Júnior, o Comitê de Crise do Sinduscon-RS reuniu-se para analisar os resultados da videoconferência e planejar as próximas ações. O Objetivo do Comitê é manter constados sistemáticos com o Governo do Estado e municipalidades, para que as obras da construção civil possam ser reiniciadas de forma planejada e seguras em cidades onde, hoje, estão paralisadas.

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