Eduardo Leite defende a competitividade em seu plano de governo

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O candidato do PSDB, Eduardo Leite, afirmou hoje (24/09) em palestra na reunião-almoço do Sinduscon-RS  que aumentar a capacidade  de investimento, hoje em torno de 2% da receita total do Rio Grande do Sul, é o grande desafio do futuro governante do Estado. Salientou que o Regime de Recuperação Fiscal é indispensável. Mas obviamente não se trata de uma única ação a ser adotada, sendo parte de um plano maior para que o RS possa retomar o protagonismo nacional.

Leite apresentou sua proposta de governo, que tem como foco a busca da competividade, com base em investimentos em infraestrutura, menos burocracia e menor carga tributária e qualificação na área da Educação. Com a escassez de recursos, há duas alternativas que contribuem para a viabilização deste plano: por meio de Parcerias público-privadas (PPP’s) e contratação de determinados serviços públicos, com a devida orientação e fiscalização do Estado, cumprindo este eu papel social. No caso das PPPs comunicou ser uma meta de Governo a criação de um escritório que visa apoiar cidades gaúchas, que carecem de estrutura técnica para a execução de projetos sustentáveis diante da complexidade da modelagem. “Fortalecendo os municípios, estamos fortalecendo o Estado”, reforça.

Quando questionado sobre a privatização de instituição e, em especial, o Banrisul, disse que priorizará a privatização de companhias  que estão apresentando prejuízo financeiro, a exemplo da CEEE, da Companhia Riograndense de Mineração (CRM) e da Sulgás. Neste caso o Banco não está liderando a lista.

No que diz respeito ao setor da construção civil, o candidato tucano defendeu ainda celeridade no processo de licenciamento ambiental. Uma reivindicação que foi reforçada pelo presidente do Sinduscon-RS, Aquiles Dal Molin Junior,  apresentada igualmente a todos os candidatos que estiveram presentes na Entidade diz respeito ao Fundopem/RS. O setor quer debater propostas legais que reforçam o reconhecimento e valorização das indústrias locais. “Entendo ser legítima esta demanda. A ferramenta de benefício fiscal para atração de investimento já é uma concessão do Estado. A contratação em nível local teria uma repercussão positiva na economia. É uma pauta a ser discutida”, concluiu.

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