Sinduscon-RS participa da entrega de moradias do Programa Porta de Entrada e reforça importância de políticas para habitação social
O Sinduscon-RS participou, no dia 27 de maio, da cerimônia de entrega de 169 chaves para famílias beneficiadas pelo Programa Porta de Entrada, realizada no empreendimento Morada do Campo II, na zona sul de Porto Alegre.
Representando a entidade, o diretor executivo do Sinduscon-RS, Leônidas Quadros da Paixão, acompanhou o ato promovido pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária (Sehab).
A entrega foi conduzida pelo governador Eduardo Leite, pelo secretário de Habitação e Regularização Fundiária, Bruno Silveira, e pela secretária de Planejamento, Governança e Gestão, Danielle Calazans. O empreendimento conta com 540 unidades habitacionais, sendo 373 comercializadas por meio do Programa Porta de Entrada, que concede subsídio de R$ 20 mil para auxiliar famílias na entrada do financiamento imobiliário.

O programa vem ampliando o acesso à moradia no Rio Grande do Sul e já ultrapassou a marca de 13 mil Certificados de Concessão de Subsídio (CCS) pagos. Com investimentos de R$ 270 milhões nas duas primeiras fases, provenientes do Fundo do Plano Rio Grande (Funrigs), a iniciativa avança para a Fase 3, que prevê mais R$ 50 milhões em recursos e o atendimento de até 16 mil famílias, muitas delas impactadas pelas enchentes de 2024.
Durante a cerimônia, o diretor executivo do Sinduscon-RS, Leônidas Quadros da Paixão, destacou que programas de incentivo ao acesso à moradia são fundamentais para enfrentar o déficit habitacional e garantir dignidade às famílias. “A moradia representa dignidade, segurança, privacidade e qualidade de vida”, afirmou. Neste contexto, Leônidas citou a importância de se criar condições para ampliar a oferta de moradias de habitação de interesse social e atrair investimentos do setor produtivo.
Segundo ele, o enfrentamento do déficit habitacional passa pelo diálogo permanente e cooperação entre poder público, agentes financeiros e iniciativa privada. “É por meio da interlocução entre governo, entidades representativas empresas da construção civil e instituições financeiras, somada a um ambiente favorável e projetos economicamente viáveis, que podemos transformar a habitação de interesse social em realidade para milhares de famílias”, concluiu.
Crédito: Mauricio Tonetto / Secom
